Nos dias 9 e 10 de julho, a Verde Ouro participou do simpósio sobre cannabis medicinal realizado na Assembleia Legislativa [de Santa Catarina – ALESC], um encontro que reuniu associações de pacientes, universidades, médicos, pesquisadores e profissionais de diversas áreas em torno de um objetivo comum: construir um diálogo responsável, científico e humano sobre o tema.
Para nós, estar nesse espaço tem um significado especial. Falar de cannabis medicinal dentro de uma casa legislativa é reconhecer que esse já não é um assunto de nicho, mas uma questão de saúde pública que envolve milhares de famílias brasileiras.








Dois dias de troca, aprendizado e diálogo
A programação reuniu apresentações, mesas de debate e conversas abertas entre pessoas que enxergam a cannabis medicinal por ângulos diferentes — e é justamente aí que está a riqueza de um encontro como esse.
Entre os temas discutidos ao longo dos dois dias estiveram:
- Evidências científicas sobre o uso terapêutico dos canabinoides
- Prescrição médica responsável e capacitação de profissionais de saúde
- Caminhos de regulamentação e o papel do poder público
- Barreiras de acesso enfrentadas por pacientes no dia a dia
- O papel das associações na orientação e no acolhimento de famílias
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O que ficou evidente é que existe um esforço coletivo real, envolvendo poder público, academia e sociedade civil, para transformar informação de qualidade em política pública.
O reencontro com nossos pacientes
Se o conteúdo técnico foi importante, o que mais nos tocou foi outra coisa: receber nossos pacientes.
Ouvir relatos de perto, entender de onde vem cada dúvida, saber como está a rotina de cada família — isso é o que dá sentido ao trabalho da Verde Ouro. Cada conversa nos lembra de que por trás de qualquer discussão regulatória existem pessoas reais, com histórias, com dores e com esperanças concretas.
Foram os laços fortalecidos nesses dois dias que seguem nos movendo.
A Verde Ouro presente no debate público
Também aproveitamos o simpósio para apresentar a Verde Ouro aos participantes: quem somos, como trabalhamos, nossa história e o propósito que construímos diariamente.
Estar ao lado de outras associações, faculdades e profissionais de saúde reforça algo em que acreditamos: ninguém constrói acesso sozinho. Quanto mais integrada for a rede entre associações, ciência, medicina e poder público, mais segura e mais qualificada será a jornada de quem busca tratamento.
Por que eventos como esse importam para o acesso à cannabis medicinal
Simpósios em espaços legislativos cumprem um papel que vai além do encontro em si:
- Combatem a desinformação — levam evidência científica para o centro da conversa, no lugar do achismo.
- Aproximam pacientes de quem decide — parlamentares ouvem diretamente quem vive a realidade do tratamento.
- Capacitam profissionais de saúde — muitos médicos ainda relatam falta de formação específica sobre prescrição.
- Dão visibilidade às associações — que hoje são, para muitas famílias, a principal porta de entrada para informação e orientação.
- Alimentam o debate regulatório — com dados, relatos e experiência prática de quem está na ponta.
Seguimos juntos
Agradecemos a todos que fizeram parte desse momento: organizadores, palestrantes, associações parceiras, profissionais de saúde e, especialmente, os pacientes e familiares que estiveram conosco.
Seguimos firmes no nosso compromisso de promover informação, diálogo e acesso responsável à cannabis medicinal. 🌿💚
Perguntas frequentes sobre cannabis medicinal
O que é um simpósio de cannabis medicinal? É um encontro que reúne médicos, pesquisadores, associações de pacientes e representantes do poder público para debater evidências científicas, prescrição, regulamentação e acesso ao tratamento com canabinoides.
Preciso de receita médica para usar cannabis medicinal no Brasil? Sim. O uso de produtos à base de cannabis no Brasil exige prescrição de um profissional habilitado, conforme as normas da Anvisa. A indicação, a dosagem e o acompanhamento devem sempre ser feitos por um médico.
Qual é o papel de uma associação de cannabis medicinal? As associações atuam principalmente na orientação, no acolhimento e no suporte a pacientes e familiares, além de contribuírem para o debate público, a produção de informação qualificada e a articulação com profissionais de saúde.
Como a Verde Ouro pode me ajudar? [Descreva aqui, em 2 ou 3 frases, o caminho real: primeiro contato, atendimento, documentação necessária etc. — sem prometer resultados terapêuticos.]







